Fonte de Vida Jovem
Resgatando vidas. Gerando Santidade.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
O arrebatamento pode acontecer a qualquer momento
Seca do Rio Eufrates é um sinal de que já estamos no Apocalipse
Recentes acontecimentos indicam que o mundo pode acabar a qualquer momento. Agora, uma reportagem feita pelo The New York Times revela que o Rio Eufrates, que atravessa o Iraque e a Síria, está cada vez mais seco. Ele é tão importante, que aparece, entre outros livros da Bíblia, em Gênesis – quando diz que é um dos principais rios que passam pelo Éden –, e em Apocalipse – quando fala de seu fim, ao secar. E isso devido a políticas inadequadas do uso das águas por parte dos governos turco (a Turquia possui cinco represas de irrigação ao longo do Eufrates) e sírio; uso incorreto dos recursos hídricos por parte dos agricultores; e perdas ambientais em áreas próximas ao rio.
Agora veja o que a profecia em Apocalipse diz: “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande Rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.” Apocalipse 16.12
As águas do rio estão secando. Mais uma grande pista de que as profecias estão se cumprindo em ritmo acelerado, o que mostra que todos os indícios apontam que a qualquer instante pode ocorrer o evento mais esperado de todos os tempos: o Arrebatamento. Por mais que alguns duvidem da autenticidade das revelações contidas no livro do Apocalipse, os fatos são incontestáveis.
O que está ocorrendo com o Eufrates é um indício de que já estamos vivendo uma fase avançada do Apocalipse, sendo inegável o fato de que há tempos ele já começou.
O que você faria se soubesse que o mundo acabaria amanhã?
E o que você faria se alguém lhe dissesse que o mundo vai acabar em algum dia e lhe desse pistas sobre este tempo?
Pois bem, saiba que este tempo está próximo, e a Bíblia, este Alguém em questão, está gritando aos quatro ventos sobre os tempos finais.
O mundo está acabando com aviso prévio. É claro que nem todos acreditam, que nem todos aceitam e que nem todos levam a sério este fato. No entanto, isso é um fato.
Não nos resta muito tempo. E a Bíblia nos indica que Deus já faz contagem regressiva para buscar os Seus.
Os que acreditam nas profecias bíblicas sabem disso.
Olhe à sua volta e diga o que vê. Você pode até dizer que é coincidência, mas os fatos não negam que o mundo caminha para o seu fim. É só ligar a TV nos noticiários. E se você não gosta nem um pouquinho das matérias e até diz que são apelativas demais, tire apenas um dia e escolha o que vai assistir. O programa policial que escolher vai testemunhar o que as Sagradas Escrituras há milênios descrevem.
Veja a lista de alguns acontecimentos proféticos que estão ocorrendo hoje:
1 – Guerras e revoluções mundiais (Lucas 21.9);
2 – Fome e miséria (Mateus 24.7);
3 – Doenças de vários tipos – muitas sem cura (Mateus 24.7);
4 – Multiplicação da violência (Mateus 24.12);
5 – Falsos ensinamentos espalhados pelos quatro cantos do mundo por falsos profetas (Mateus 24.11 – Marcos 13.22);
6 – Esfriamento da fé e do amor (Mateus 24.12; I Timóteo 4.1);
7 – Pais matando os seus filhos, e filhos matando os seus pais (Mateus 10.21);
8 – Os tempos estão cada vez mais difíceis (II Timóteo 3:1);
9 – Corrupção em toda a parte (II Timóteo 3.1-4);
10 – Terremotos e grandes fenômenos nos céus e mares (Mateus 24:7);
11 – Multiplicação do conhecimento (Daniel 12:4).
Tudo isso são pistas que a Bíblia nos dá sobre o fim.
Você ainda duvida?
E se você soubesse que o mais aterrorizante é que, além das pistas, a Bíblia nos dá o vestígio de que todas essas profecias não passarão de nossa geração – ou seja, nós, ainda nesta época, vamos viver todas essas coisas relatadas e outras piores que ainda virão?
Em Mateus 24.33-35, diz: “Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão”.
E agora, o que você está fazendo para salvar a sua alma da destruição que virá? A oportunidade de você ser salvo está chegando aos seus últimos dias, e o fim pode ser a qualquer momento. Busque a Deus antes que seja tarde demais.
“Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” Lucas 12.20
terça-feira, 15 de maio de 2012
Alguém para conversar
Salmos Capítulo 31 Versículo 2-4. (King James Atualizada)
Por: Pr. Márcio Valadão
“Inclina para mim teu ouvido e apressa-te em resgatar-me. Se minha rocha inabalável, a fortaleza da minha salvação. Tu és o meu rochedo e a minha fortaleza; pela honra do teu nome, conduze-me e guia-me. Livra-me da cilada que me armaram, pois tu és o meu refúgio.”
Existem ocasiões em que você não tem ninguém com quem conversar, ninguém com quem possa abrir a sua alma. No salmo 31, Davi retrata sua aflição causada pela maldade do inimigo. Contudo, embora aflito, o salmista reconheceu que Deus estava no controle de sua vida.
Quantas vezes já tivemos a certeza de que não íamos conseguir resolver aquele nosso problema? Que aquele momento seria o fim, que não conseguiríamos continuar; que estava tudo acabado, que as nossas forças tinham se esgotado? No entanto, Ele estava lá, com as mãos estendidas e os braços abertos dizendo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” (Mateus 11.28-30).
Que amor tremendo Deus revela em sua Palavra. Amor por nós. Sei que às vezes o sofrimento da vida tenta ofuscar os nossos olhos, tenta desviar o nosso olhar dessa verdade, mas persevere crendo que também em todas essas coisas somos mais que vencedores (Romanos 8.37). Viva sempre pautado no Senhor, com os olhos fitos nele, pois quando a dor e a tristeza quiserem cegar sua visão, quando não conseguir vislumbrar qualquer solução, você poderá voltar seus olhos, seu coração e sua alma para o Altíssimo. Ele virá em seu socorro. Mais que isso ainda, Ele estará sempre ao seu lado. A nossa vitória é a vitória do grande vencedor: Jesus Cristo!
Esse é o nosso Deus! Majestoso, poderoso, incomparável, amoroso e misericordioso! Então quando a dor e a tristeza baterem à sua porta, lembre-se de quem é o seu Deus.
Deus esta sempre pronto para te ouvir falar e para te ajudar!
Tenha um excelente dia!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
O JUGO DESIGUAL
Muitos jovens são tentados a namorar com pessoas que não são crentes. De acordo com a Bíblia, essa prática é pecado.
“Não se juntem com descrentes para trabalhar com eles. Pois como é que o certo pode ter alguma coisa a ver com o errado? Como é que a luz e a escuridão podem viver juntas?
Como podem Cristo e o Diabo estar de acordo? O que é que um cristão e um descrente têm em comum?
Que relação pode haver entre o Templo de Deus e os ídolos? Pois nós somos o templo do Deus vivo, como o próprio Deus já disse: “Eu vou morar e viver com eles. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.” - 2 Co 6.14-16 – NTHL
Como a Bíblia diz, não existe nada em comum entre o crente e o descrente e é justamente aí que estão todos os problemas e conseqüências do namoro misto.
Primeiro vamos entender o significado de jugo. Segundo o dicionário contido no Ilumina, jugo significa:
1) Peça de madeira que se prende com correias ao pescoço de animais de carga, para que assim possam puxar uma carroça ou um arado (Nm 19.2; 1Sm 6.7).
2) Em sentido figurado: domínio, opressão (Gn 27.40; Jr 28.2; Gl 5.1); sofrimento (Lm 3.27); obediência (Mt 11.29-30); aliança (2Co 6.14); trabalho (Fp 4.3).
Então a Bíblia quer nos mostrar (no sentido figurado) que quando o crente namora uma pessoa não-crente, está junto com ela numa missão – no sentido figurado utilizado na Bíblia, puxar uma carroça ou um arado; ou então que ela se coloca debaixo do domínio ou opressão, em aliança com o não-crente.
Por estar debaixo de uma aliança com o não crente e sob o domínio dele, o crente sofre para poder servir a Deus e muitas vezes até se desvia. É o caso da moça que é proibida de ir a Igreja pelo namorado; do rapaz que é tentado pela moça não-crente a ter relação sexual antes do casamento; da moça que é forçada a acompanhar o namorado em bailes do mundo ou em barzinho; do rapaz que é influenciado pela moça a beber e muitos outros exemplos que talvez você já tenha presenciado na vida de algum irmão ou irmã.
Ainda que o não-crente não influencie ou não proíba o culto ao Senhor, sempre haverão problemas. Esses problemas acontecem na caminhada da missão. Gostaria de exemplificar através do significado do jugo: dois animais não podem puxar uma carroça em sentidos oposto; então um crente não pode caminhar com o não-crente, porque senão um caminhará para um lado e o outro para o lado oposto, não curtirão as mesmas coisas, agirão de forma diferente, buscarão objetivos diferentes.
Sendo assim, não há nada que justifique o namoro entre o crente e o não-crente.
Sei que muitos jovens reclamam da dificuldade em encontrar alguém para dividir a vida nas Igrejas. Alguns dizem que não há ninguém na Igreja que o atraia, que os rapazes não querem saber de namoro sério, que não tem moças ou rapazes na Igreja solteiros, etc. Mas acredite, Deus tem sempre alguém reservado. De qualquer maneira, nada justifica a desobediência a Deus.
Saiba esperar o tempo de Deus, e busque sempre a pessoa certa para sua vida. Não estrague a sua vida com um relacionamento contra a vontade de Deus.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
UM JOVEM EXEMPLAR
“Por que os cristão oram tão pouco?” Enquanto os crentes de outras religiões são mais dedicados e frequentes às suas orações, temos sentido que não muitos cristãos levam a sério o aspecto da oração.
“Daniel, três vezes por dia se punha de joelhos, e orava, dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.”. Daniel 6:10.
Vamos conhecer Daniel, um exemplo para os jovens cristãos. Daniel era um jovem de linhagem real, era de origem nobre. Ver Dan 1:3. Ele tinha em torno de dezesseis anos quando enfrentou os maiores desafios de sua vida. Ele era tão somente um adolescente.
Daniel foi levado cativo para Babilônia no ano 605 a.C por Nabucodonosor rei da Babilônia. Ver Dan 1:1. Às vezes o justo paga pelo pecador. Todavia, as provações na nossa vida têm sempre um propósito espiritual, as crises sempre revelam o nosso caráter e mostram de que lado nós estamos na grande batalha. Daniel possivelmente tivesse uma boa aparência, tinha lindos dotes de sabedoria e era versado em ciências. Em síntese Daniel era um adolescente acima da média, era de extrema competência intelectual e espiritual. Daniel era o tipo de jovem que toda moça sonhava em namorrar com ele. Daniel era o genro perfeito. Daniel nasceu para o sucesso. Entretanto, o sucesso vem sempre acompanhado de um alto preço.
Hoje a tendencia é seguir modelos em todos os níveis. Da moda, do trabalho, da música, do esporte, etc... Eu estou seguro de que você precisa de modelos de vida!
Nós somos o reflexo daquilo que contemplamos diariamente. Convido você a contemplar Daniel. Ele tinha as mesmas tentações e os mesmos desafios que os jovens têm hoje em dia. Daniel viveu na própria pele as amarguras do cativeiro babilônico, ele poderia ter perdido todas as suas referências morais e espirituais, mas manteve-se firme. Assim como você é tentado pelos reclames do brilho do mundo, que são os convites para o pecado, Daniel tinha as mesmas tentações em Babilônia.
Deus continua chamando Jovens como Daniel, destemidos e leais para a missão de serem missionários. Os jovens de hoje podem ser missionários no meio dos seus amigos descrentes. Daniel foi um dos jovens mais influentes do Antigo Testamento. Foi a pessoa mais poderosa dos impérios: Babilônico e Medo-Persa.
Seguem três atitudes para que você tenha uma vida vitoriosa como resultado da sua vida de oração:
a) Tenha um horário e um lugar para a oração.
b) Seja específico no seu pedido de oração.
c) Seja insistente e persistente na sua oração.
Deus sempre honra aqueles que O buscam e se entregam à Ele. Deus não despreza um coração devoto à Ele. A oração nos torna amigos de Jesus, e amigos gostam de atender os pedidos de amigos.
Deus abençoe!
“Daniel, três vezes por dia se punha de joelhos, e orava, dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.”. Daniel 6:10.
Vamos conhecer Daniel, um exemplo para os jovens cristãos. Daniel era um jovem de linhagem real, era de origem nobre. Ver Dan 1:3. Ele tinha em torno de dezesseis anos quando enfrentou os maiores desafios de sua vida. Ele era tão somente um adolescente.
Daniel foi levado cativo para Babilônia no ano 605 a.C por Nabucodonosor rei da Babilônia. Ver Dan 1:1. Às vezes o justo paga pelo pecador. Todavia, as provações na nossa vida têm sempre um propósito espiritual, as crises sempre revelam o nosso caráter e mostram de que lado nós estamos na grande batalha. Daniel possivelmente tivesse uma boa aparência, tinha lindos dotes de sabedoria e era versado em ciências. Em síntese Daniel era um adolescente acima da média, era de extrema competência intelectual e espiritual. Daniel era o tipo de jovem que toda moça sonhava em namorrar com ele. Daniel era o genro perfeito. Daniel nasceu para o sucesso. Entretanto, o sucesso vem sempre acompanhado de um alto preço.
Hoje a tendencia é seguir modelos em todos os níveis. Da moda, do trabalho, da música, do esporte, etc... Eu estou seguro de que você precisa de modelos de vida!
Nós somos o reflexo daquilo que contemplamos diariamente. Convido você a contemplar Daniel. Ele tinha as mesmas tentações e os mesmos desafios que os jovens têm hoje em dia. Daniel viveu na própria pele as amarguras do cativeiro babilônico, ele poderia ter perdido todas as suas referências morais e espirituais, mas manteve-se firme. Assim como você é tentado pelos reclames do brilho do mundo, que são os convites para o pecado, Daniel tinha as mesmas tentações em Babilônia.
Deus continua chamando Jovens como Daniel, destemidos e leais para a missão de serem missionários. Os jovens de hoje podem ser missionários no meio dos seus amigos descrentes. Daniel foi um dos jovens mais influentes do Antigo Testamento. Foi a pessoa mais poderosa dos impérios: Babilônico e Medo-Persa.
Seguem três atitudes para que você tenha uma vida vitoriosa como resultado da sua vida de oração:
a) Tenha um horário e um lugar para a oração.
b) Seja específico no seu pedido de oração.
c) Seja insistente e persistente na sua oração.
Deus sempre honra aqueles que O buscam e se entregam à Ele. Deus não despreza um coração devoto à Ele. A oração nos torna amigos de Jesus, e amigos gostam de atender os pedidos de amigos.
Deus abençoe!
terça-feira, 10 de abril de 2012
COMO VENCER AS TENTAÇÕES?

Autor: Clébio Lima de Freitas
Quando se fala em tentação deve ficar bem claro que só é tentado quem tem compromisso a não fazer algo por alguma razão. No nosso caso, somos tentados a pecar e nos esforçamos para não fazê-lo, pois sabemos que o pecado é rebelião contra o nosso Deus e certamente seremos separados de sua comunhão se nos entregarmos a ele deliberadamente (Is 59.1,2). A tentação pode ser proveniente tanto de nós mesmos (Tg 1.13-15) como do Diabo (Lc 22.31) e não sobrevém a nós acima do que possamos suportar (1 Co 10.13), neste versículo vemos também que Deus não nos pode tentar, porém ele pode permitir tal coisa, mas ao mesmo tempo nos dá o escape, pois ele conhece nossa estrutura e lembra que somos pó (Sl 103.14). Bom, agora sabemos o que é tentação, quem nos tenta e porque somos tentados, mas fica uma pergunta: “Como vencer as tentações?!”. A Bíblia, sendo um livro perfeito no que diz respeito ao conhecimento necessário à nossa salvação, nos revela como podemos realizar essa façanha.
1 – Tendo compromisso com Deus :
“E aconteceu que, falando ela cada dia a José, e não lhe dando ele ouvidos, para deitar-se com ela, e estar com ela, Sucedeu num certo dia que ele veio à casa para fazer seu serviço; e nenhum dos da casa estava ali; E ela lhe pegou pela sua roupa, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora.” (Gn 39.10-12).
Neste trecho das Escrituras vemos o compromisso de um jovem com Deus, seu nome era José, Filho de Jacó. Ao ser tentado a deitar-se com a mulher de seu senhor ele fugiu, isso porque tinha compromisso, não com seus desejos íntimos e carnais, mas com o seu Deus que é santo e quer que sejamos santos como ele é (1 Pe 1.15,16).Que nós venhamos a fugir do pecado quando ele bater a nossa porta com seus apelos, muitas vezes irresistíveis. Não nos esqueçamos que com a tentação virá também o escape (1 Co 10.13)! Outros versículos que nos ensinam a fugir do pecado são estes: 1 Co 6.18; 10.14; 1 Tm 6.11.
2 – Resistindo o Diabo:
“Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tg 4.7).
Se por um lado, como já disse, somos tentados por nossa próprias paixões, outro agente é Satanás, porém, se a Bíblia nos adverte a fugirmos do pecado, por outro lado, ela nos manda resistirmos ao Diabo! Para isso precisaremos conhecer a Palavra de Deus que nos ajudará a resití-lo (Mt 4.4,7,10), nestes versículos vemos que Jesus, no deserto, venceu a tentação dizendo: “Está escrito!”.
3 – Vigiando e orando:
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.” (Mt 26.41).
Não há outro meio de vencê-lo, se no s falta forças, oremos, cantemos ao Senhor, façamos a sua obra e meditemos na sua Palavra, pois fazendo assim estaremos ocupando a nossa vida com aquilo que edifica (Gl 3.2; Fp 4.8), muitas vezes caímos no engodo de Satanás porque ocupamos a nossa mente com aquilo que não edifica, porém, é orando e vigiando que estaremos alerta para não cairmos nas ciladas preparadas para nós.
4 – Andando no Espírito:
“Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.” (Gl 5.16).
O Espírito Santo de Deus tem um papel importantíssimo no nosso viver diário. Ele habita em nosso corpo, o que nos faz entender que ele não se importa somente com o nosso coração, no sentido bíblico da palavra, mas com a totalidade do nosso ser, espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23). O Espírito Santo nos transmite a sua santidade no sentido prático, essa santificação ocorre em nós paulatinamente e nos leva dia-a-diaem direção à santidade de Cristo que um dia nós alcançaremos (1 Ts 3.2), por isso andemos na direção do Espírito e ele nos capacitará a vencermos as tentações!
Conclusão:
Quero finalizar com um trecho muito edificante das escrituras: “Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos” (2 Pe 2.9). Jesus nos promete livrar-nos do dia da tentação que há de vir para tentar os que habitam na terra (Ap 3.10), portanto, se está difícil resistir a tudo isso, tenhamos esperança em Deus que um dianos levará para estarmos para sempre com Ele e este corpo corruptível já terá sido mudado num corpo incorruptível de glória no céu onde as aflições terão seu fim, se sofremos por Cristo ele nos recompensará (1 Pe 4.12-19)!
quinta-feira, 29 de março de 2012
OS FALASHAS
Em 1984, o governo israelense, com a ajuda da polícia secreta do país, o Mossad, decidiu dar fim ao sofrimento de milhares de judeus negros que viviam na Etiópia sob o terrível regime do ditador Mengistu Haile Mariam.
Mas, antes de continuar a contar sobre o resgate, é preciso esclarecer alguns pontos. Para quem vive no Brasil, onde a comunidade judaica é composta maciçamente por judeus ashkenazim, caucasianos oriundos do Leste Europeu, é difícil imaginar judeus negros, que são, acima de tudo, reconhecidos e respeitados pelo governo de Israel como cidadãos daquele país.

Quem são eles?
Os falashas, nome dado aos judeus etíopes, foram descobertos por viajantes britânicos, em 1860, quando, em uma viagem à Etiópia, conheceram membros de uma comunidade que respeitavam o sábado e mantinham leis e rituais contidos na Torah. Acreditou-se, então, que eles eram membros de uma das doze tribos hebraicas, descendentes do rei Salomão e da rainha de Sabá.
Operação Moisés
Voltando ao resgate. Em novembro de 1984, o governo de Israel, apoiado pelo Mossad, realizou a Operação Moisés, que em 45 dias resgatou etíopes que chegavam a pé até um acampamento no Sudão, país que faz fronteira com a Etiópia. Muitos deles não aguentaram a longa jornada, estavam muito fracos e debilitados devido à miséria que enfrentavam na Etiópia. Os que conseguiram chegar ao acampamento foram transportados pela Marinha e a Força Aérea Israelense.
Operação Salomão
Em maio de 1991, o então embaixador de Israel na Etiópia, Asher Naim, quis dar continuidade à Operação Moisés. Ele foi o idealizador da Operação Salomão, que salvou mais de 14 mil judeus etíopes da guerra civil que assolava o país. Naquela operação, um avião com capacidade para 760 passageiros, transportou 1.087, devido ao leve peso dos etíopes. O episódio entrou para o livro dos recordes, e, durante este voo, dois bebês nasceram.

Adaptação a uma cultura diferente
Israel foi o único país do mundo que retirou negros da África para transformá-los em verdadeiros cidadãos, e não para escravizá-los. Projetos pedagógicos foram especialmente desenvolvidos para facilitar a integração das crianças etíopes na comunidade israelense.
Grande parte deles nunca havia tido contato com uma civilização aos moldes ocidentais. A maioria pertencia a alguma tribo africana. Muitos nunca haviam sentado em uma cadeira ou sequer calçado um sapato.
Atualmente, a comunidade etíope em Israel conta com aproximadamente 100 mil habitantes, a maioria já nascida em solo israelense. Pode-se dizer que já estão bem adaptados, e para isso, contam com bairros próprios, com lojas e restaurantes etíopes.
Mas, antes de continuar a contar sobre o resgate, é preciso esclarecer alguns pontos. Para quem vive no Brasil, onde a comunidade judaica é composta maciçamente por judeus ashkenazim, caucasianos oriundos do Leste Europeu, é difícil imaginar judeus negros, que são, acima de tudo, reconhecidos e respeitados pelo governo de Israel como cidadãos daquele país.

Quem são eles?
Os falashas, nome dado aos judeus etíopes, foram descobertos por viajantes britânicos, em 1860, quando, em uma viagem à Etiópia, conheceram membros de uma comunidade que respeitavam o sábado e mantinham leis e rituais contidos na Torah. Acreditou-se, então, que eles eram membros de uma das doze tribos hebraicas, descendentes do rei Salomão e da rainha de Sabá.
Operação Moisés
Voltando ao resgate. Em novembro de 1984, o governo de Israel, apoiado pelo Mossad, realizou a Operação Moisés, que em 45 dias resgatou etíopes que chegavam a pé até um acampamento no Sudão, país que faz fronteira com a Etiópia. Muitos deles não aguentaram a longa jornada, estavam muito fracos e debilitados devido à miséria que enfrentavam na Etiópia. Os que conseguiram chegar ao acampamento foram transportados pela Marinha e a Força Aérea Israelense.
Operação Salomão
Em maio de 1991, o então embaixador de Israel na Etiópia, Asher Naim, quis dar continuidade à Operação Moisés. Ele foi o idealizador da Operação Salomão, que salvou mais de 14 mil judeus etíopes da guerra civil que assolava o país. Naquela operação, um avião com capacidade para 760 passageiros, transportou 1.087, devido ao leve peso dos etíopes. O episódio entrou para o livro dos recordes, e, durante este voo, dois bebês nasceram.

Adaptação a uma cultura diferente
Israel foi o único país do mundo que retirou negros da África para transformá-los em verdadeiros cidadãos, e não para escravizá-los. Projetos pedagógicos foram especialmente desenvolvidos para facilitar a integração das crianças etíopes na comunidade israelense.
Grande parte deles nunca havia tido contato com uma civilização aos moldes ocidentais. A maioria pertencia a alguma tribo africana. Muitos nunca haviam sentado em uma cadeira ou sequer calçado um sapato.
Atualmente, a comunidade etíope em Israel conta com aproximadamente 100 mil habitantes, a maioria já nascida em solo israelense. Pode-se dizer que já estão bem adaptados, e para isso, contam com bairros próprios, com lojas e restaurantes etíopes.
quarta-feira, 28 de março de 2012
A CERÂMICA
Atividade realizada até os dias atuais era muito importante para o cotidiano nos tempos bíblicos, além do forte simbolismo espiritual
Por Marcelo Cypriano

“A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo:
Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.
E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas,
Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.
Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.”
Jeremias 18.1-6
Veja também:
O trabalho do pastoreio
Os antigos povos bíblicos e o costume de habitar em tendas
Em um tempo sem a produção industrial em larga escala de recipientes de plástico e vidro, o trabalho do oleiro era de suma importância. O profissional dava forma a uma matéria-prima abundante, o barro, para fazer com ele vasos, garrafas, lâmpadas a óleo, telhas, tijolos e esculturas. Os utensílios eram usados para transporte de líquidos e sólidos, além da armazenagem, feitos com técnicas que se apuraram com o tempo.
“Suscitei a um do norte, e ele há de vir; desde o nascimento do sol invocará o meu nome; e virá sobre os príncipes, como sobre o lodo e, como o oleiro pisa o barro, os pisará.”
Isaías 41:25
A argila era extraída do próprio solo e misturada a certa quantidade de água, para em seguida ser pisada, como evidencia o trecho de Isaías acima. Com os pés dos oleiros e auxiliares, o barro ficava mais compacto, sem bolhas de ar, assim como eram retiradas impurezas como pedregulhos e gravetos.

Após a pisagem, o barro virava uma massa bem plástica, levado a uma bancada para receber mais água, de acordo com a consistência necessária ao tipo de objeto que seria feito com ele. Algumas culturas misturavam à argila um pouco de gesso moído – após queimado, o material ficava refratário, utilizado para cozinhar alimentos.
Diferentes métodos, mesmo fim
Os oleiros primitivos faziam uma longa peça cilíndrica com o barro, como uma mangueira, e depois a enrolavam em espiral para formar um recipiente. Depois, o material era alisado. Posteriormente, cavavam-se buracos no chão no formato desejado, e socava-se o barro neles, pressionando-o contra as bordas, para pegar forma. Em seguida veio o modo mais utilizado até hoje: a roda de oleiro. Uma prancha redonda horizontal recebe o pedaço de barro. Girando-a, o ceramista vai dando forma à argila com as mãos ou uma espátula. A princípio, uma pessoa moldava o barro, enquanto outra girava a roda. Em 200 antes de Cristo (a.C.), foi acrescentada uma segunda roda maior abaixo, ligada à menor com um eixo. O próprio oleiro movimentava a roda inferior com os pés. O método ainda hoje é usado por culturas de tecnologia mais primitiva, ou com o uso de pedais, enquanto outras movem a roda com motores elétricos.
Os objetos fabricados para uso doméstico, profissional ou apenas decorativo, podiam ser feitos para venda nos mercados ou sob encomenda. Tigelas, vasos e até garrafas (o bico fino era feito dessa forma para melhor derramar os líquidos e receber rolhas) faziam parte do cotidiano tanto de famílias bem simples quanto de reis. De acordo com a época, podiam receber decoração em relevo, feita com o barro ainda mole, ou mesmo pinturas.

Além da roda, os oleiros do Antigo e do Novo Testamento já usavam moldes de madeira, nos quais a argila era comprimida.
Mas não bastava pôr o objeto de barro para secar à temperatura ambiente. Ele precisava ir ao forno. Literalmente assado, o minério reage ao calor e torna-se mais coeso, resistente a fogo e água. Um objeto desses, se não for devidamente queimado, pode tanto se dissolver se molhado, ou quebrar facilmente, mesmo com pequenos choques. Até hoje, grandes indústrias que trabalham com cerâmica (louças para banheiros, revestimentos ou mesmo travessas e formas) utilizam fornos mais modernos para temperar (dar mais resistência) o material.
Tradição e modernidade
A despeito das grandes indústrias, a cerâmica artesanal ainda é bastante apreciada, tanto para uso do dia a dia quanto para decoração de interiores e exteriores. No Brasil, além da famosa cerâmica marajoara, produzida pelos índios no Norte, as paneleiras de Goiabeiras, em Vitória, capital do Espírito Santo, produzem as famosas panelas de barro, em que é feita a tradicional moqueca capixaba (foto ao lado). Esculpidos sem o uso da roda, os recipientes recebem uma tintura à base de uma planta dos mangues locais, que dá a característica cor escura e resistência, para depois serem queimados diretamente sobre as brasas de grandes fogueiras. O conhecido empadão goiano também ainda é servido em potes de barro, além da brasileira feijoada nas famosas cumbucas. Quem já provou um prato típico feito em panelas de barro e provou a mesma receita feita em panelas comuns de metal sabe bem a diferença, que evidencia a sabedoria dos artífices dos tempos bíblicos.
Vidas “quebradas” e recuperadas
Além da utilidade prática, observando atentamente o trabalho do oleiro o profeta Jeremias tirou um dos trechos mais conhecidos da Bíblia, o que começa esse texto. Um objeto de barro se estraga ainda na roda, o mesmo pedaço de argila pode ser remoldado, tornando-se novamente algo rico em forma e capaz de guardar um precioso conteúdo. Tal como uma pessoa, que mesmo “quebrada” pelas circunstâncias da vida e por escolhas erradas, torna-se nova criatura pelas mãos de Deus quando se submete realmente a Ele.
Por Marcelo Cypriano

“A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo:
Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.
E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas,
Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.
Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.”
Jeremias 18.1-6
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Em um tempo sem a produção industrial em larga escala de recipientes de plástico e vidro, o trabalho do oleiro era de suma importância. O profissional dava forma a uma matéria-prima abundante, o barro, para fazer com ele vasos, garrafas, lâmpadas a óleo, telhas, tijolos e esculturas. Os utensílios eram usados para transporte de líquidos e sólidos, além da armazenagem, feitos com técnicas que se apuraram com o tempo.
“Suscitei a um do norte, e ele há de vir; desde o nascimento do sol invocará o meu nome; e virá sobre os príncipes, como sobre o lodo e, como o oleiro pisa o barro, os pisará.”
Isaías 41:25
A argila era extraída do próprio solo e misturada a certa quantidade de água, para em seguida ser pisada, como evidencia o trecho de Isaías acima. Com os pés dos oleiros e auxiliares, o barro ficava mais compacto, sem bolhas de ar, assim como eram retiradas impurezas como pedregulhos e gravetos.

Após a pisagem, o barro virava uma massa bem plástica, levado a uma bancada para receber mais água, de acordo com a consistência necessária ao tipo de objeto que seria feito com ele. Algumas culturas misturavam à argila um pouco de gesso moído – após queimado, o material ficava refratário, utilizado para cozinhar alimentos.
Diferentes métodos, mesmo fim
Os oleiros primitivos faziam uma longa peça cilíndrica com o barro, como uma mangueira, e depois a enrolavam em espiral para formar um recipiente. Depois, o material era alisado. Posteriormente, cavavam-se buracos no chão no formato desejado, e socava-se o barro neles, pressionando-o contra as bordas, para pegar forma. Em seguida veio o modo mais utilizado até hoje: a roda de oleiro. Uma prancha redonda horizontal recebe o pedaço de barro. Girando-a, o ceramista vai dando forma à argila com as mãos ou uma espátula. A princípio, uma pessoa moldava o barro, enquanto outra girava a roda. Em 200 antes de Cristo (a.C.), foi acrescentada uma segunda roda maior abaixo, ligada à menor com um eixo. O próprio oleiro movimentava a roda inferior com os pés. O método ainda hoje é usado por culturas de tecnologia mais primitiva, ou com o uso de pedais, enquanto outras movem a roda com motores elétricos.
Os objetos fabricados para uso doméstico, profissional ou apenas decorativo, podiam ser feitos para venda nos mercados ou sob encomenda. Tigelas, vasos e até garrafas (o bico fino era feito dessa forma para melhor derramar os líquidos e receber rolhas) faziam parte do cotidiano tanto de famílias bem simples quanto de reis. De acordo com a época, podiam receber decoração em relevo, feita com o barro ainda mole, ou mesmo pinturas.

Além da roda, os oleiros do Antigo e do Novo Testamento já usavam moldes de madeira, nos quais a argila era comprimida.
Mas não bastava pôr o objeto de barro para secar à temperatura ambiente. Ele precisava ir ao forno. Literalmente assado, o minério reage ao calor e torna-se mais coeso, resistente a fogo e água. Um objeto desses, se não for devidamente queimado, pode tanto se dissolver se molhado, ou quebrar facilmente, mesmo com pequenos choques. Até hoje, grandes indústrias que trabalham com cerâmica (louças para banheiros, revestimentos ou mesmo travessas e formas) utilizam fornos mais modernos para temperar (dar mais resistência) o material.
Tradição e modernidade
A despeito das grandes indústrias, a cerâmica artesanal ainda é bastante apreciada, tanto para uso do dia a dia quanto para decoração de interiores e exteriores. No Brasil, além da famosa cerâmica marajoara, produzida pelos índios no Norte, as paneleiras de Goiabeiras, em Vitória, capital do Espírito Santo, produzem as famosas panelas de barro, em que é feita a tradicional moqueca capixaba (foto ao lado). Esculpidos sem o uso da roda, os recipientes recebem uma tintura à base de uma planta dos mangues locais, que dá a característica cor escura e resistência, para depois serem queimados diretamente sobre as brasas de grandes fogueiras. O conhecido empadão goiano também ainda é servido em potes de barro, além da brasileira feijoada nas famosas cumbucas. Quem já provou um prato típico feito em panelas de barro e provou a mesma receita feita em panelas comuns de metal sabe bem a diferença, que evidencia a sabedoria dos artífices dos tempos bíblicos.
Vidas “quebradas” e recuperadas
Além da utilidade prática, observando atentamente o trabalho do oleiro o profeta Jeremias tirou um dos trechos mais conhecidos da Bíblia, o que começa esse texto. Um objeto de barro se estraga ainda na roda, o mesmo pedaço de argila pode ser remoldado, tornando-se novamente algo rico em forma e capaz de guardar um precioso conteúdo. Tal como uma pessoa, que mesmo “quebrada” pelas circunstâncias da vida e por escolhas erradas, torna-se nova criatura pelas mãos de Deus quando se submete realmente a Ele.
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